“O integralista é o soldado de Deus e da Pátria, Homem novo
do Brasil que vai construir uma grande Nação”
PERANTE PILATOS
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Como sofrem nossos companheiros, como sofrem os
integralistas, assistindo o “espetáculo” dos inimigos do Brasil. Como sofrem os
Camisas Verdes, que muitas vezes com lagrimas, observam as ações horrendas
dos inimigos do Brasil autentico, que aos borbotões, injetam veneno no corpo da
Pátria de maneira que a mesma va morrendo aos poucos. Nossos homens têm dúvidas, que surgem com a
mesma ou maior freqüência com que surgem os obstáculos. A FIB é mãe de todos e
de cada um. Nosso honrado Presidente bem como os representantes estaduais estão
sempre sobre as mesas, debruçados, ou no campo sentido na pele onde as
agitações ocorrem. Os líderes sofrem mais que os outros, pois estão na linha de
frente, elevando seu pensamento a Deus e se perguntando: “como guiarei meus homens?”
Duvida difícil, pois a FIB consegue proporções inimagináveis, não sem sacrifício
pleno de seus membros pois como em toda guerra, é preciso saber muito para fazer
pouco, então, desdobramo-nos, em uma diferença numérica e material em completa
desvantagem contra o inimigo, mesmo assim, somos mais do que uma resistência, a
muito que somos a voz da sanidade, o Gideão da batalha, somente sou justo quando
afirmo que a FIB é realmente; a trincheira que não se rendeu!
Nossa resistência pode parecer árdua e vã a um espírito pouco preparado, mas a verdade é que a significância de nossa resistência resultara sem dúvida, na derrocada do inimigo, afinal, o poder do inimigo esta nos estardalhaços, no barulho que o dinheiro permite que façam, nos comes e bebes que promovem, vivem das propagandas, mas não são mais do que exoesqueleto sem nenhum conteúdo, uma pequena revanche e se enche de deserções do lado de lá, quanto que cá, os leais são cada vez mais enrijecidos com as derrotas, de maneira que , cada derrota para nós também é um vitória. Porém os integralistas menos ligados a FIB, parecem aguardar uma estrondosa chegada o poder, o medo, o cansaço e principalmente a aflição de acabar vendo-se como o único a defender um tipo de idéia entre os outros, afasta e oprime os nossos irmãos queridos em tantos lugares, sentindo muitas vezes estarem sozinhos. Defender a Cristo, defender o espírito, frente a uma geração atéia, de marxistas, de homossexuais, submissa a leis de estética e modas subversivas que nos fazem parecer “caretas”... São tristezas freqüentes para um pobre integralista, que espera na sua fadiga, a vitória de uma batalha que nem ao menos travou.
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Nossa resistência pode parecer árdua e vã a um espírito pouco preparado, mas a verdade é que a significância de nossa resistência resultara sem dúvida, na derrocada do inimigo, afinal, o poder do inimigo esta nos estardalhaços, no barulho que o dinheiro permite que façam, nos comes e bebes que promovem, vivem das propagandas, mas não são mais do que exoesqueleto sem nenhum conteúdo, uma pequena revanche e se enche de deserções do lado de lá, quanto que cá, os leais são cada vez mais enrijecidos com as derrotas, de maneira que , cada derrota para nós também é um vitória. Porém os integralistas menos ligados a FIB, parecem aguardar uma estrondosa chegada o poder, o medo, o cansaço e principalmente a aflição de acabar vendo-se como o único a defender um tipo de idéia entre os outros, afasta e oprime os nossos irmãos queridos em tantos lugares, sentindo muitas vezes estarem sozinhos. Defender a Cristo, defender o espírito, frente a uma geração atéia, de marxistas, de homossexuais, submissa a leis de estética e modas subversivas que nos fazem parecer “caretas”... São tristezas freqüentes para um pobre integralista, que espera na sua fadiga, a vitória de uma batalha que nem ao menos travou.
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Lembro os companheiros, que só vos escrevo, pois tenho em vista a
permissão concedida pela nossa Caríssima Frente Integralista Brasileira, de uma
História, com a qual viso que lhes traga o senso da verdadeira Vitória.
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"Jesus ou Barrabás?" |
Lembro-os daquele que foi
entregue pelas mãos dos judeus, o Nazareno, que passou às garras dos pagãos.
Do tribunal dos pontífices e
sacerdotes ao tribunal profano do procônsul Pôncio Pilatos. Do povo da aliança
aos pagãos da gentilidade.
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Da casa de Israel, tombada na
infidelidade e na cegueira, ao tabernáculo dos pecadores convencidos da própria
sabedoria.
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Era, pois, o abandono total.
Depois do abandono dos Apóstolos, o abandono do seu povo, o abandono entre
estranhos num desprezo sombrio.
E então Jesus, que desaparecera,
quando, na multiplicação dos pães, o povo o quis proclamar Rei, Jesus, que na entrada
triunfal de Jerusalém fora com a multidão ao Templo e ai falara de sua elevação
na Cruz, agora, ao contrário, afirma nitidamente a Pilatos, que sim, é Rei. Oh!
Rei sem exército, sem povo, sem defensores, sem vassalos...
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Jesus ficava relegado ao fundo do
mais completo desprezo. E para cúmulo é defrontado com Barrabás. E ouve que
gritam pedindo sua crucificação, gritam pedindo o Sangue dele sobre as suas
cabeças.
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E, através dos séculos, naquele
clamor estão todos os gritos dos que no coração dão preferência a Barrabás, ao
Barrabás do dinheiro, da volúpia, da vaidade, do poder, da vingança da
libertinagem, e optam pela crucificação de Cristo dentro destes mesmos
corações.
Mas, por tais caminhos, o Sangue,
aquele sangue invocado, foi de fato derramado.

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Oh! Rei dos Séculos!
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Oh! Rei dos corações! Morrendo,
vós reinais! Dando a vida, vós triunfais! E abandonado, por dentro congregais o
mundo! Sangue de Cristo envolva o Integralista, sangue de Cristo encoraja-nos,
Sangue de Cristo usa-nos, sangue de Cristo leve-nos!
Integralistas, estamos na “sacada
do julgamento”, a muito, que os tribunais legítimos deixaram de julgar com
lealdade a verdade de que somos portadores, fomos entregues as mãos pagãs,
somos julgados pela ótica do erro em quase totalidade. Quantos já nos
compararam aos piores bandidos? A ideologias nefastas frente a uma multidão
enganada embebida em mentiras (?) Quantos sujos, traidores da Pátria, não
hesitarão ou hesitaram em nos flagelar, preferindo assim destruir aquele que os
ama por estarem com a visão transviada pelo maligno(?)
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Naquele tempo do Mestre, nem os
apóstolos estiveram ali, no trágico episódio, a coragem de erguer-se para
defender o Filho de Deus, frente a isso, apenas olhamos com compaixão pelos
amigos que desertam, assim como os apóstolos, por medo, não só o povo nos
julga, como muitos companheiros velhos podem fugir de seu destino. Destino?
Sim, aquele que o conhecer da verdade torna obrigação até a morte, caso
contrario, a vida não será digna e a morte não será elevada a vida, pois que
maior pecado do que cooperar pacificamente com os planos de subjugar nossa Nação(?).
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Milícia do Além |
Nós já marchamos trinfais, já
levantamos a poeira e fomos por amor ao povo presos, perseguidos e mortos.
Estamos agora em um momento de Sacrifício, mas a Eucaristia, a redenção da
humanidade não se deu quando Cristo era ovacionado pela multidão de “barriga
cheia”durante a partilha dos pães, se deu, pelo contrário, quando teve inicio
seu Reino Eterno, espiritual, fundado sem exércitos, sem vassalos ou
defensores, fundido de fato, com sua Morte física.
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Agora pergunto, Integralistas que
desejam unir-se ao Chefe na Milícia do Além, que tipo de Heróis somos? Que tipo
de vitória esperar? A nossa vitória transcende a política, os estados, as leis
da física, pois nossa vitória independe da vida e da morte! Nossa Idéia é mais
que a arquitetura social é mais do que a doutrina da felicidade, é o caminho
para Deus, nossa doutrina independe da massa, e sobrevive à morte, está
diretamente ligada a Deus, por isso, a
morte não nos é uma derrota, aquele que não teme a morte não morrera! A morte
para nós é o inicio de uma nova vida na qual teremos o direito revestido por
nossos atos de coragem, de adentrar a Milícia do Além. Para todo efeito Integralistas, se querem ver
a vitória, vejam primeiro seu sacrifício, querem ver a vitória, então não tenham
medo de fechar os olhos...
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Sentinela: Moises J. Lima a todos
os companheiros de São Paulo e do Brasil
Anauê!